Coletivo Justina lança livro "Territórios Emergentes"
- Coletivo Justina
- há 1 dia
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O livro articula temáticas sobre Corpo, Memória e Dramaturgias em Processo.
O Coletivo Justina lança o e-book Territórios Emergentes: corpo, memória e dramaturgias em processos, obra organizada por TAKAIÚNA e publicada em 2026. A publicação integra o projeto de Manutenção Artística Territórios Emergentes, contemplado pelo edital nº 16/2024 – PNAB SECULT/GOIÁS, voltado ao fomento continuado de grupos e companhias artísticas.
Território de criação comunitária dedicado à pesquisa, formação e produção em artes cênicas, o Coletivo Justina desenvolve investigações no campo das dramaturgias contemporâneas, compreendendo a escrita como prática expandida, atravessada por corpos, afetos, memórias, infâncias e modos diversos de existência. O e-book resulta das pesquisas realizadas pelo Grupo de Estudos Permanentes em Dramaturgias Emergentes (GRUDE) ao longo do ciclo de manutenção artística.
A obra reúne oito artigos que tensionam e ampliam as formas de pensar a dramaturgia hoje. São eles:
– “Território do afeto: respirar, olhar, tocar-quase – tocar”, de Layla Alves;
– “Escutar a criança, escrever dramaturgias: conexões entre Ventoforte e o território da infância em Dramaturgias Emergentes”, de Pâmela Caixeta;
– “O corpo que escreve: território da intérprete nas Dramaturgias Emergentes”, de Sarah Vieira Braga Heidrick;
– “Travaturgias: o texto como território de construção de identidades comunitárias”, de Stéfani R. Mendes;
– “O território do tempo em A mulher e o mundo”, de Aziza Morais;
– “Dramaturgias dançantes”, de Monike Santos;
– “Território da memória: sobre dramaturgias e avós”, de Nayara Tavares;
– “O tempo como território da memória: independências e interdependências nas Dramaturgias Emergentes”, de Aline Bárbara Estrozi.
As reflexões partem das Dramaturgias Emergentes, metodologia criada pelo Coletivo Justina e reconhecida como tecnologia social pelo Banco Iberoamericano de Saberes. Ao deslocar modelos hegemônicos de escrita dramatúrgica, essa abordagem afirma processos de criação baseados na escuta, na partilha, na coletividade e na experiência encarnada.
Ao reunir perspectivas que atravessam afeto, corpo, infância, memória, tempo, dança e identidade comunitária, o livro consolida uma produção que articula criação artística e investigação teórica. Com esta publicação, o Coletivo Justina reafirma seu compromisso com a cultura viva, com a formação de artistas-pesquisadores e com a construção de dramaturgias que operam como ferramentas de expressão, pertencimento e transformação social.


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