
Sobre o Instituto Justina, membros, missão e Proposta de Valor
Sobre o Instituto Justina
Associação Comunitária Maria Justina da Glória, é a personalidade jurídica do Coletivo Justina, que realiza desde 2015 atividades de formação, pesquisa e intercâmbio em teatro. Com atuação em mais de 10 países, em três continentes, suas atividades acontecem em territórios comunitários. Em 2019 foi reconhecida como Ponto de Cultura e em 2022 teve sua metodologia de trabalho Dramaturgias Emergentes reconhecida como Tecnologia Social pelo Banco Ibero-americano de Saberes.
Como Ponto de Cultura caminhante, o Coletivo realiza atividades de formação, pesquisa e circulação artística. Sua sede é em Aparecida, Goiás.
Em seu repertório tem o espetáculo infantil Dr. Raimundo montado em coprodução com o Teatro Ludos e ‘1888’ montado em coprodução com El Masticadero (Bolívia). Em rede articula com grupos e artistas da Argentina, Equador, Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiné Bissau e México. Na Cidade do México realizou, com o Programa Iberscena, a direção e dramaturgia do espetáculo "Que es ser una niña?" a partir da realidade dos jovens locais.
No Equador, na Argentina e no México foi selecionado nos editais de mobilidade do IberCulturaViva para participar dos Congressos de Cultura Viva Comunitária. Realizou circulações do seu repertório em países do continente africano, sendo o primeiro grupo de teatro do estado de Goiás a realizar tal feito.
Co-realiza com a Escola Latino-americana de Dramaturgias Emergentes (Coletivo certificado como Ponto de Cultura) ciclos de formação em dramaturgia para mulheres.
Missão

Proposta de Valor

Promover a criação, difusão e formação artística com base em memórias coletivas, ancestralidades e práticas comunitárias, por meio de ações autorais e colaborativas.
Promover o encontro.
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Coletividade: Atuamos de forma colaborativa, respeitando os tempos e modos do fazer em grupo.
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Autoria Comunitária: Valorizamos a criação artística enraizada em vivências e territórios.
Formação como autonomia: -
Acreditamos no acesso à formação como ferramenta de emancipação e criação.
-
Diversidade: Respeitamos e promovemos a pluralidade de identidades, linguagens e experiências.

1
ODS 11
Cidades e comunidades
sustentáveis
(Meta 11.4 – salvaguardar património cultural e natural)
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2
ODS 16
Paz, justiça e instituições eficazes (Meta 16.7 – tomada de decisões participativas e inclusivas)
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3
ODS 17
Parcerias para a implementação (Meta 17.17 – fomentar parcerias multissetoriais)
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TAKAIUNA
Criadora da metodologia Dramaturgias Emergentes, reconhecida como Tecnologia Social pelo Banco de Saberes Culturales y Comunitarios IberCultura Viva, com mediações em três continentes: América (México, Bolívia, Equador, Chile, Brasil), África (Guiné Bissau) e Europa (Holanda).
Doutoranda e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Uberlândia, pós-graduada em Políticas Culturais de Base Comunitária pela FLACSO-Argentina, e licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Goiás.

Pablo Lopes
Mestre em Antropologia Social e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás. Pós-graduado em Políticas Culturais de Base Comunitária – FLASCO-Argentina.
Atua em Redes de Cultura Viva Comunitária. Pesquisa indicadores culturais e políticas públicas.
Coordena o Grupo de Pesquisa Lab. Culturas que tem publicações sobre Indicadores Culturais: o perfil dos Trabalhadores da Cultura de Aparecida de Goiânia (2023), A formação das Redes de Cultura Viva no estado de Goiás (2024) e o Mapeamento e Diagnóstico da Rede de Pontos de Cultura do Estado de Goiás (2024)

Cilene Trajano
Coordenadora de Comunicação e estudante de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Universidade Católica de Brasília.
Atua como coordenadora de comunicação no Ponto de Cultura Coletivo Justina, onde desenvolve estratégias de comunicação e identidade visual. Como jovem cientista e pesquisadora, contribuiu para o desenvolvimento de uma tecnologia assistiva (Eletro Libras). Possui experiência em branding, criação, storytelling, planejamento estratégico, buscando unir criatividade e impacto social em seus projetos.

Jéssica Wuiner
Jéssica é mãe e artista de múltiplas linguagens. Autodidata, iniciou nas artes visuais ainda na infância, mas foi durante a pandemia da COVID-19 que rompeu com suas crenças limitantes, dedicando-se totalmente à ilustração digital e ao seu fazer cultural.
Como filha da agricultura familiar, investiga, em suas obras, a conexão entre ilustração e meio ambiente, compreendendo que a arte também é uma forma de ativismo político.

Layla Alves
Artista e pesquisadora das artes cênicas.
Artista e pesquisadora das artes cênicas, cursa Teatro-Licenciatura na Universidade Federal de Goiás, é técnica em Teatro pela Escola do Futuro Basileu França e dramaturga pela Escola Latino-americana de Dramaturgias Emergentes. Desde 2023 atua como iluminadora cênica e a partir de 2026 compõe o Coletivo Justina como pesquisadora e coordenadora técnica.

