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Festival Curta Aparecida chega ao último dia com filmes goianienses e aparecidenses na programação

  • Foto do escritor: Lumieira Comunicação para Cultura e Humanidades
    Lumieira Comunicação para Cultura e Humanidades
  • há 3 dias
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Evento realizado na periferia de Aparecida de Goiânia traz como tema o cinema comunitário


Álbum de Família faz parte da programação do dia 16 de maio.
Álbum de Família faz parte da programação do dia 16 de maio.

A periferia de Aparecida de Goiânia recebe até sábado o festival de curta-metragens que veio para democratizar a produção audiovisual e valorizar os trabalhos autorais. No encerramento, os destaques são as produções goianas: Tião Personal Dancer, de Aristótelis Tothi, Álbum de Família, de Victor Vinicius e Entre as Cinzas, de Daniel Calil e Renato Ogata. Com o tema “cinema comunitário”, a segunda edição do Festival Curta Aparecida é realizada pelo Coletivo Justina. A programação do terceiro dia do Festival Curta Aparecida começa às 19h, na sede do Coletivo Justina.


Com nove curtas-metragem, as mostras “documentário” e “ficções” tem entrada gratuita. Esta edição recebeu 513 inscrições de todo o país, um aumento de quase 60% em relação ao ano anterior. A curadoria selecionou 33 filmes apresentados em três mostras com diferentes temáticas. Este evento tem a realização do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás, Secretaria de Estado da Cultura e Governo de Goiás.


Sobre o festival

Curta Aparecida é um festival não competitivo que tem como objetivo proporcionar o encontro entre realizadores, programadores e públicos de cinema e audiovisual na cidade de Aparecida de Goiânia. “Este evento nasce como lugar de encontro entre público e recortes dos brasis projetados na tela: trata-se de uma plataforma do imaginário brasileiro representado por produções audiovisuais de todas as regiões do país”, comenta o produtor Pablo Lopes sobre os documentários, ficções e animações como linguagens que ajudam a contar e apreender diferentes narrativas.

“Com este evento, queremos possibilitar intercâmbio para a produção realizada em todos os estados brasileiros, incentivar a produção de curtas-metragens em Aparecida de Goiânia, além de discutir meios e estratégias para a produção, realização e distribuição da produção audiovisual local”, compartilha o produtor Pablo Lopes.


Segunda edição

O espantoso sobre o desconhecido foi a forma da primeira edição do Festival Curta Aparecida. Nessa segunda edição, a linha curatorial passa pelo Cinema Comunitário. “Isso acontece num processo reflexivo para que o público também se veja na tela. Cinema comunitário é o tema que nos possibilita buscar o comum dentre tantos distanciamentos”, comenta Pablo Lopes. Ele compartilha o que guia a curadoria na seleção dos trabalhos: “buscamos selecionar filmes produzidos recentemente e que apresentem recortes das paisagens, sotaques, cores, sons e temáticas sociais do Brasil. Uma busca de aproximação de um país tão diverso apresentado ao espectador aparecidense”, comenta.


Programação 16/5


Ato final, de Babi Astolfi e Lisa Soares 13 min, 2026, São Paulo. Após presenciar a morte de uma famosa atriz, Mateus Santos, um estagiário de jornalismo, consegue a chance única de investigar o caso ao lado de sua ídola, a renomada jornalista Miriam Matos. Juntos eles interrogarão três suspeitos em busca da verdade por trás do real motivo do assassinato.


Ecos do tempo, de Renato Izaias, 11 min, 2025, Pernambuco. Ecos do Tempo costura afrofuturismo, poesia e ancestralidade para revelar a potência da memória coletiva e da espiritualidade periférica como forças capazes de atravessar séculos. Entre o real e o onírico, o filme é uma fábula sobre resistência, identidade e a urgência de preservar nossas vozes diante do esquecimento imposto.


Tião Personal Dancer, de Aristótelis Tothi, 20 min, 2026, Goiás. Sextou em Goiânia e tem forró por toda cidade. Tião, um dançarino profissional, faz seus atendimentos em casas de dança. Enquanto Reginaldo e Cida se jogam no salão e esperam por algo a mais até o final da noite.


Trapiche, de Tomás Walper Ruas, 20 min, 2025, Santa Catarina. Com a chegada de um barco misterioso vindo da lagoa, dois amigos têm sua noite interrompida por horrores inexplicáveis, enfrentando as forças sobrenaturais de uma ameaça desconhecida.


Álbum de Família, de Victor Vinicius, 20 min, 2025, Goiás. Num fim de semana comum na casa da avó, as crianças descobrem que as histórias da família podem ser tão reais quanto misteriosas.


Entre as Cinzas, de Daniel Calil e Renato Ogata, 23 min, 2025, Goiás. No Brasil, os incêndios florestais criminosos são a principal causa do desmatamento e se tornam arma para os grileiros. Alex Gomes, líder de uma Brigada Voluntária, combate incêndios exaustivos e perigosos na tentativa de salvar sua comunidade e o meio ambiente.


Barulho, de Karen Suzane, 17 min, 2026, Rio de Janeiro Livre. Humberto, um viúvo solitário e preso ao luto, vê sua rotina silenciosa ser abalada pela chegada de dois vizinhos sambistas. Entre o peso do silêncio e a leveza da música, inicia-se uma batalha invisível que o força a encarar a dor da perda — até que o som vence.


O último varredor, de Perseu Azul, 14 min,2025, Mato Grosso, Livre. O elo que se soltou da corrente de riqueza do agronegócio.


Tião Personal Dancer, de Aristótelis Tothi, 20 min, 2026, Goiás. 
Tião Personal Dancer, de Aristótelis Tothi, 20 min, 2026, Goiás. 

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