
Sobre o Instituto Justina, membros, missão
Sobre o Instituto Justina
O Instituto Justina realiza desde 2015 atividades de formação, pesquisa, intercâmbio e circulação artística. Com atuação em mais de 10 países, em três continentes, suas atividades acontecem em territórios comunitários. Em 2019 foi reconhecida como Ponto de Cultura, em 2022 teve sua metodologia de trabalho Dramaturgias Emergentes reconhecida como Tecnologia Social pelo Banco Ibero-americano de Saberes. Em 2026 torna-se Pontão de Cultura. Sua sede é em Aparecida de Goiânia, Goiás.
Em seu repertório tem o espetáculo infantil Dr. Raimundo montado em coprodução com o Teatro Ludos e ‘1888’ montado em coprodução com El Masticadero (Bolívia). Em rede articula com grupos e artistas da Argentina, Equador, Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiné Bissau e México. Na Cidade do México realizou, com o Programa Iberscena, a direção e dramaturgia do espetáculo "Que es ser una niña?" a partir da realidade dos jovens locais.
Articula-se em rede com artistas e grupos de diferentes regiões do Brasil, da América Latina, Europa e da África. Com o projeto “Teatro nos Quintais”, circulou por todas as regiões de Aparecida com o espetáculo Dr. Raimundo e realizou o Mapeamento Cultural de Base Afetiva da cidade.
Em seu repertório, tem como indicadores a execução mais de 14 projetos, com reconhecimento internacional em 12 países. Tem um público alcançado diretamente de 17 mil pessoas e mais de 1000 menções na imprensa.
No Equador, na Argentina e no México foi selecionado nos editais de mobilidade do IberCulturaViva para participar dos Congressos de Cultura Viva Comunitária. Realizou circulações do seu repertório em países do continente africano, sendo o primeiro grupo de teatro do estado de Goiás a realizar tal feito.
Co-realiza com a Escola Latino-americana de Dramaturgias Emergentes (Coletivo certificado como Ponto de Cultura) ciclos de formação em dramaturgia para mulheres.
Missão

Proposta de Valor

Promover a o encontro, a criação, difusão e formação artística com base em memórias coletivas e práticas comunitárias, por meio de ações autorais e colaborativas.
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Coletividade: Atuamos de forma colaborativa, respeitando os tempos e modos do fazer em grupo.
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Autoria Comunitária: Valorizamos a criação artística enraizada em vivências e territórios.
Formação como autonomia: -
Acreditamos no acesso à formação como ferramenta de emancipação e criação.
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Diversidade: Respeitamos e promovemos a pluralidade de identidades, linguagens e experiências.

1
ODS 11
Cidades e comunidades
sustentáveis
(Meta 11.4 – salvaguardar património cultural e natural)
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2
ODS 16
Paz, justiça e instituições eficazes (Meta 16.7 – tomada de decisões participativas e inclusivas)
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3
ODS 17
Parcerias para a implementação (Meta 17.17 – fomentar parcerias multissetoriais)
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TAKAIUNA
Criadora da metodologia Dramaturgias Emergentes, reconhecida como Tecnologia Social pelo Banco de Saberes Culturales y Comunitarios IberCultura Viva, com mediações em três continentes: América (México, Bolívia, Equador, Chile, Brasil), África (Guiné Bissau) e Europa (Holanda).
Doutoranda e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Uberlândia, pós-graduada em Políticas Culturais de Base Comunitária pela FLACSO-Argentina, e licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Goiás.

Pablo Lopes
Mestre em Antropologia Social e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás. Pós-graduado em Políticas Culturais de Base Comunitária – FLASCO-Argentina.
Atua em Redes de Cultura Viva Comunitária. Pesquisa indicadores culturais e políticas públicas.
Coordena o Grupo de Pesquisa Lab. Culturas que tem publicações sobre Indicadores Culturais: o perfil dos Trabalhadores da Cultura de Aparecida de Goiânia (2023), A formação das Redes de Cultura Viva no estado de Goiás (2024) e o Mapeamento e Diagnóstico da Rede de Pontos de Cultura do Estado de Goiás (2024)

Cilene Trajano
Coordenadora de Comunicação e estudante de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Universidade Católica de Brasília.
Atua como coordenadora de comunicação no Ponto de Cultura Coletivo Justina, onde desenvolve estratégias de comunicação e identidade visual. Como jovem cientista e pesquisadora, contribuiu para o desenvolvimento de uma tecnologia assistiva (Eletro Libras). Possui experiência em branding, criação, storytelling, planejamento estratégico, buscando unir criatividade e impacto social em seus projetos.

Jéssica Wuiner
Jéssica é mãe e artista de múltiplas linguagens. Autodidata, iniciou nas artes visuais ainda na infância, mas foi durante a pandemia da COVID-19 que rompeu com suas crenças limitantes, dedicando-se totalmente à ilustração digital e ao seu fazer cultural.
Como filha da agricultura familiar, investiga, em suas obras, a conexão entre ilustração e meio ambiente, compreendendo que a arte também é uma forma de ativismo político.

Layla Alves
Artista e pesquisadora das artes cênicas.
Artista e pesquisadora das artes cênicas, cursa Teatro-Licenciatura na Universidade Federal de Goiás, é técnica em Teatro pela Escola do Futuro Basileu França e dramaturga pela Escola Latino-americana de Dramaturgias Emergentes. Desde 2023 atua como iluminadora cênica e a partir de 2026 compõe o Coletivo Justina como pesquisadora e coordenadora técnica.

